Quinta Feira, 30/11/2006
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| Da esquerda para direita, os pastores Marcos Stier Calixto, Jaziel Guerreiro Martins, Uipirangi Câmara e Eduardo Getão |
Uipirangi
Câmara, que é autor de O Cristão e O Budismo (foto), diz que este trabalho
é um investimento edificante, capaz de trazer benefícios reais a longo prazo
para a Igreja no Brasil. “Eu acho que a MK Editora está dando um verdadeiro
salto para o futuro. É uma visão tremenda, porque é um investimento em algo
sólido. Não é o caso de outras editoras que investem em modismos ou
qualquer outro assunto que não tem sustentação. Hoje, acho que é
fundamental reconhecermos que Cristo é o único caminho através de nossas próprias
experiências. E a MK Editora está fazendo este referencial através da coleção
Diálogo Religioso. Ela está dando a oportunidade de conhecermos melhor estas
religiões e mostrar a diferença que Cristo faz. Além disso, é uma forma de
sabermos como podemos abençoar esses cidadãos, que ainda não conhecem o único
caminho que, verdadeiramente, leva a Deus”, elogia.
acredita
na possibilidade de mostrar as outras religiões que os cristãos estão
abertos a um diálogo sem preconceitos. No seu tema específico, ele afirma
que o livro pode ser divulgado no meio muçulmano para iniciar, de fato, um diálogo
construtivo. “A grande importância da publicação deste livro é a de
abrir uma nova conexão com o mundo islâmico. É um passo para mostrarmos que
estamos abertos ao diálogo. E quando afirmo isso, não o digo de uma maneira
hipócrita, mas profundo e real. O que eu expressei no livro, por exemplo, foi
o que vivi no meio muçulmano. Então, na verdade, eles vão perceber que
estamos dispostos a sermos verdadeiros e, partir daí, abrirmos um discurso. A
minha idéia é realmente levar o livro ao meio islâmico, para que possamos,
de fator, efetivar um dialogo”, afirma.
Da
mesma forma, o pastor Jaziel Guerreiro Martins, autor de O Cristão e o Hinduísmo
(foto), enxerga a iniciativa como uma atitude contra o conformismo existente
em países como o Brasil, que ignoram as influencias da globalização
cultural sobre seus cidadãos. “Eu parabenizo a MK Editora porque, de forma
geral, o que nós vemos é um certo menosprezo em relação às outras religiões
milenares. E, especialmente aqui no Brasil, como nós vivemos um contexto
distante do hinduísmo, islamismo, budismo e outras, parece que o mais natural
e cômodo é permanecer longe dessa questão religiosa global. Contudo, com a
globalização, as religiões não estão tão distantes como se acredita. A
influencia do hinduísmo na cultura ocidental é fantástica. A própria Nova
Era possui vários elementos hindus, como, por exemplo, acreditar que todos os
caminhos podem levar a Deus. Assim, essa coleção também é uma forma de
precaver os cristãos para identificar elementos perigosos, que estão sendo
inseridos em nossa cultura”, analisa.
correto é sempre deixar a possibilidade de diálogo aberta – mesmo que uma
evangelização inicial não tenha surtido efeito. Em seu tema específico, O
Cristão e As Religiões Afro (foto), ele lembra que quem faz a obra é o Espírito
Santo. Por isso, cabe aos cristãos plantar a semente e deixar sempre o
contato aberto.
tensão
do que já é ensinado nos cultos. A MK Editora entende a importância desse
trabalho. Tanto que ela investe na produção de obras de qualidade e, ao
mesmo tempo, promove junto as igrejas locais de diversas cidade”, ressalta.Fonte: http://www.elnet.com.br/leitura_interna.php?materia=1198